sexta-feira, 16 de novembro de 2012

É que eu preciso dizer que eu (ainda) te amo, tanto.

Acho que com o tempo a gente acostuma, as coisas não doem tanto, ou doem, mas já se está tão acostumada com essa dor, que já nem à percebe mais. Que confuso, que mania de confundir, de complicar. É tão simples. Dois mais dois? Quatro. Não, com a gente dá seis e mais uma penca de incertezas. Mas eu vou me acostumar, claro que vou. Já guardei esse sentimento no fundo do armário uma vez, guardo de novo.
Aí você vem com aquelas frases de cafajeste, sabendo que vai me ter e me prender por mais uma semana. Não dessa vez. Já gravei todas elas e arrumei uma desculpa pra mim mesma. Minha sina... É me sentir bem. Mesmo que eu vá, eu sempre vou voltar... Pra mim, porque eu sou minha e pronto. Tão cômodo. Eu e o resto do mundo, tsc. Tão mais fácil, me jogar no banco de reservas até a Fernanda, Júlia, Maria, Mariana, Isabella e o cacete à quatro cansarem. Aí tu vê que não da certo e volta. Não mais, não mais pra mim. E eu vou me acostumar. Claro que vou.

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